Mostrando postagens com marcador Mato Grosso. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mato Grosso. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 3 de junho de 2014

Noiva se afoga em lago durante ensaio fotográfico em Mato Grosso

Noiva se afogou durante o ensaio fotográfico. Foto: Ilustração/Internet
Uma noiva de 30 anos se afogou neste final de semana enquanto fazia um ensaio fotográfico na região turística do Lago do Manso, perto de Chapada dos Guimarães, a 65 km de Cuiabá. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, a ideia da equipe fotográfica era que a noiva saltasse de um píer e caísse na água, numa profundidade de cerca de cinco metros. Um bombeiro que estava no local presenciou o afogamento e retirou a jovem do lago.

O caso foi registrado no sábado (31) no píer de uma pousada turística às margens do Lago do Manso. O próprio vestido da noiva se enroscou no corpo e na cabeça da vítima, impedindo que ela se mexesse ou respirasse.

"O casal de noivos foi fazer esse ensaio no lago, fizeram brincadeiras lá e o vestido enrolou na cabeça dela. Ela se desesperou e afogou bem no fundo do lago. Se o bombeiro não estivesse perto ela teria morrido", disse ao G1 o tenente-coronel Ricardo Antônio Bezerra Costa. Apesar do susto, a noiva foi socorrida consciente, sem gravidade. O casal mora na cidade de Campo Verde, a 139 km de Cuiabá e está com o casório marcado para o início deste mês.


O bombeiro que salvou a vítima faz parte de um projeto preventivo da corporação para a Copa do Mundo, que disponibilizou militares nos pontos turísticos mais frequentados em Mato Grosso.

Fonte: Denise Soares/G1-MT

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Eder Moraes é preso novamente pela Polícia Federal

Mellyza Barros

Éder Moraes é preso novamente pela Polícia Federal. Foto: Circuito Mato Grosso
O ex-secretário Eder Moraes foi conduzido novamente pela Polícia Federal à Penitenciária da Papuda, em Brasília. Em liberdade desde a semana passada, após alvará de soltura expedido pelo ministro Dias Tóffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Na primeira vez em que foi privado da liberdade, Moraes ficou detido por 10 dias no mesmo presídio. Agora, sua segunda prisão foi decretada pelo juiz federal Jeferson Schnneider, por falsificação de documentos públicos, gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e por ter cometido 28 vezes delitos diversos.

Conforme informações da Polícia Federal, Éder Moraes estava em Cuiabá quando foi preso e reconduzido para o presídio, no Distrito Federal. O ex-secretário chegou a declarar em alguns meios de comunicação que nesta semana daria uma coletiva de imprensa a respeito de sua prisão, e retornaria suas atividades normais.

Éder é acusado de participar com outros políticos de um esquema de lavagem de dinheiro de factorings clandestinas. A ação fraudulenta deu prejuízo de pelo menos R$ 500 milhões ao governo do estado, nos últimos seis anos.


sábado, 31 de maio de 2014

Católicos se reúnem para discutir sobre política em Cuiabá

Simone Guedes 

Padre da Arquidiocese de Cuiabá e Bispo do Pará vão conduzir as discussões do ministério Fé e Política, em Cuiabá.

Foto: Montagem/Eduardo Cardoso
A igreja católica, por meio da Renovação Carismática Católica de Cuiabá, realiza nesse final de semana, de 31.05 a 01.06, no auditório do colégio São Gonçalo, anexo à igreja Nossa Senhora Auxiliadora, mais um encontro arquidiocesano do ministério “Fé e Política”.

A iniciativa é uma resposta dos fiéis ao apelo do Papa Francisco, que em recente discurso declarou que é de responsabilidade dos católicos se envolver com a política. “Envolver-se na política é uma obrigação para o cristão. Nós cristãos não podemos brincar de Pilatos, lavar-nos as mãos. Devemos envolver-nos na política, porque a política é uma das formas mais altas da caridade, porque procura o bem comum.”, declarou.

Dessa forma, o ministério Fé e Política é o serviço dentro da Renovação Carismática Católica para a evangelização nesse ambiente. O objetivo, segundo coordenador nacional do ministério, Sérgio Carlos Zavaris, não é criar uma própria sigla partidária. “Não queremos inventar novos partidos políticos ou realizar campanhas eleitorais, mas sim conscientizar os cristãos a utilizarem o voto de modo justo”, afirmou Zavaris.

De acordo com Juliane Bonfim, coordenadora do ministério na capital mato-grossense, o movimento também deve dar subsídio para os leigos que se sintam chamados a atuar diretamente em um cargo eletivo. “O ministério Fé e Política também tem a missão de apoiar e incentivar a participação na política daquele que se sentem chamados a este serviço”, destacou.

O encontro inicia neste sábado, a partir das 13h30, e tem como tema: "Esta é a vitória que vence o mundo a nossa Fé."(I Jo 5.4). A inscrição pode ser feita na portaria do auditório, a partir das 13h e terá custo de R$10.

As formações serão ministradas por dois grandes teólogos e especialistas no assunto: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior e Dom José Luiz Azcona Hermoso, Bispo da Ilha de Marajo –PA.

Padre Paulo Ricardo pertence ao clero da Arquidiocese de Cuiabá. Ele é sacerdote licenciado em Filosofia pelas Faculdades Unidas Católicas de Mato Grosso – FUCMAT, Campo Grande, MS (1987); bacharel em teologia (1991) e mestre em direito canônico (1993) pela Pontifícia Universidade Gregoriana (Roma).

Atualmente padre Paulo Ricardo é Vigário Paroquial da Paróquia Cristo Rei, em Várzea Grande, e se dedica à evangelização através dos meios de comunicação.


Dom Azcona é natural da Espanha, nasceu na mesma região do padroeiro das missões, São Francisco Xavier. Ele deixou sua terra natal em 1983 e veio para o Brasil, evangelizar na Amazônia. O bispo é conhecido nacionalmente pelas missões que são realizadas na região da ilha de Marajó. Como bispo acompanhante da Comissão Justiça e Paz da CNBB Norte 2, Dom Azcona fez denúncias sobre a situação alarmante de exploração sexual na região e cobra do poder público providências. Pela sua atuação, é constantemente ameaçado de morte.
Confira o recado do papa para os católicos:



Supermercado Modelo fecha mais três lojas em Cuiabá

Mellyza Barros

Pioneiro em Mato Grosso, o Modelo anuncia o fechamento de mais três lojas. Foto: Reprodução/Blog do Mauro
Os proprietários dos Supermercados Modelo LTDA anunciaram em nota o fechamento de mais três lojas nesta semana. A partir de agora, deixam de funcionar as unidades da Avenida da Prainha, Avenida do CPA1 e a do CPA3. A medida faz parte do plano de reestruturação do grupo, que está em recuperação judicial.

Desde janeiro de 2013, o Modelo já havia colocado fim nas atividades das lojas do Hiper Modelo Santa Rosa, o atacado Beira Rio e as filiais no Pantanal Shopping e Rondon Plaza Shopping, em Rondonópolis.

A rede de supermercados relata em nota que esta trabalhando para que as lojas fechadas voltem em breve com suas atividades, e que a interrupção  é temporária. Ainda de acordo com a nota, os funcionários das lojas que tiveram as atividades interrompidas, foram remanejados para outras unidades em funcionamento.

Origem Mato-grossense

A rede Modelo de Supermercados foi criada em 1984. A primeira loja foi  no bairro Cristo Rei, um dos mais tradicionais de Várzea Grande. Os irmãos Magalhães construíram uma estrutura que engloba não apenas supermercados, mas também distribuidora e logística.

As lojas estavam localizadas em Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Tangará da Serra e Primavera do Leste. A expansão pelo Estado rendeu à rede por vários anos seguidos, posição de destaque garantida  no Anuário Exame “Melhores e Maiores”,  que lista as 500 maiores empresas do Brasil e as 100 maiores de cada região geográfica.

A Rede sempre teve destaque pelo seu pioneirismo. Além de ações de responsabilidade socioambiental, foi a primeira a se instalar, no Estado, dentro de um shopping center e também a primeira a levar para dentro das suas principais lojas comodidade e praticidade aos clientes por meio de farmácias, restaurantes, peixarias, pizzaria, açougues, espaço destinado à venda de pratos prontos, lanchonetes, eletroportáteis, programa de fidelidade e um calendário de ofertas fixas, como o dia certo de comprar frutas e verduras, carnes e derivados do leite, com preços diferenciados.

                                                 

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Luverdense e América (RN) se enfrentam hoje pela série B do Brasileirão

Eduardo Cardoso
O atacante Misael ainda é desfalque no time. Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

O Luverdense enfrenta o América (RN), nesta sexta, pela série B do Campeonato Brasileiro. O confronto será no estádio Nazarenão, em Goianinha (54 km de Natal). Apesar de desfalcado, o time Mato-grossense quer manter o embalo dos bons resultados e manter a colocação entre os quatros melhores da competição.

Esta já é a quarta rodada em que o atacante Misael não entra em campo com o time. O artilheiro do LEC sofreu uma pancada no joelho e ainda reclama de dores. Por isso ainda não foi liberado pelo Departamento Médico

A situação do time de Lucas do Rio Verde no campeonato merece destaque. Com  15 pontos e na quarta colocação, o Luverdense está apenas dois atrás dos líderes América (MG), Ceará e Joinville (SC). Caso consiga vitória fora de casa, o time se mantém, com tranquilidade, no “G4”.

Escalação
O América-RN vai jogar com: Fernando Henrique; Walber; Cleber, Roberto Dias, Wanderson; Dudu, Jean Cleber, Fabinho, Daniel Costa; Adriano Pardal e Max.


Já o Luverdense entra em campo com a seguinte escalação: Gabriel Leite, Raul Prata, Braga, Renato e Edinho; Carlão; Gilson; Washington e Rubinho; Léo e Reinaldo

Ministro assina alvará de soltura e Eder Moraes é colocado em liberdade

Éder deve chegar à Cuiabá nesta sexta. Foto: Reprodução/Mídia News
O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, assinou ainda na noite de quinta-feira (29) o alvará de soltura informando sobre a revogação da prisão do ex-secretário Eder de Moraes Dias. O alvará foi despachado para o Departamento de Polícia Federal e logo depois para o Centro de Detenção Provisório da Papuda, localizado em Brasília (DF), para cumprimento de decisão judicial.

A revogação da prisão de Eder Moraes foi decidida na tarde de quinta-feira, mas um mandado de prisão expedido pelo juiz juiz da 5ª Vara Federal de Mato Grosso, Jeferson Schneider, impedia cumorimento da decisão. A expectativa é que Eder Moraes desembarque em Cuiabá ainda nesta sexta-feira (30).

Para conseguir revogar a prisão de Eder Moraes, entre outros argumentos, a defesa, feita pela banca composta pelos advogados José Eduardo Alckmin, Paulo Lessa e Fábio Lessa, alegou que o réu não apresenta risco as investigações, uma vez que sempre colaborou com a Justiça quando requisitado.

O ministro Dias Toffoli determinou que Eder Moraes está proibido de deixar o país pelo período de três meses. Ele também teve de entregar seu passaporte as autoridades e ainda está impedido de manter contatos com os investigados pela operação Ararath, entre eles a própria esposa Laura Tereza Dias Costas.

O ex-secretário foi preso na manhã de terça-feira (20) pela Polícia Federal durante a quarta fase da Operação Ararath, da Polícia Federal (PF). Eder Moares é um dos principais acusados de integrar um esquema milionário, envolvendo o mais alto escalão político e empresarial do Estado de Mato Grosso.

Já é réu


O juiz Jefferson Scheineider acatou denúncia do Ministério Público Federal (MPF) e tornou Eder Moraes réu pelo crime de lavagem de dinheiro. Conforme a denúncia assinada pela procuradora Vanessa Scarmagnani Zago, o ex-secretário incorreu por 14 vezes na prática de operação de instituição financeira, sem autorização ou mediante autorização obtida com declaração falsa, inclusive com distribuição de valores imobiliários ou de câmbio; ele também é acusado, nove vezes, pela prática do delito de ocultar, ou dissimular a natureza, origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de bens, direitos ou valores provenientes, direta ou indiretamente, de infração penal.

Fonte: Olhar Direto

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Pré-candidato ao governo de Mato Grosso está convicto do 2º turno nas eleições

Joana Barros

Pré-candidato ao governo do estado está confiante.
 Foto: Reprodução/Facebook


O jornalista José Marcondes Neto, conhecido popularmente como Muvuca, lançou sua candidatura em agosto de 2013 e, neste ano é pré-candidato ao governo do estado de Mato Grosso pelo Partido Humanista da Solidariedade (PHS). Muvuca é natural de Alto Paraguai, região oeste do estado, e desde a sua juventude na época em que ele era militante do movimento estudantil começou a se interessar pela política.

Marcondes trabalhou em dois veículos de comunicação na Capital, hoje é proprietário do site MuvucaPopular, que apresenta uma série de denuncias contra o senador da república Pedro Taques e é um dos assuntos mais fomentados entre as mídias.

No dia 10 de junho será realizada a convenção do Partido Humanista da Solidariedade (PHS), onde o jornalista terá sua candidatura homologada antes dos outros pré-candidatos ao governo. O partido será o primeiro a realizar este evento na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).

O grupo político ainda não deliberou nenhum concorrente para Presidente da República, pois o pré-candidato terá total liberdade de apoiar qualquer pretendente à presidência. Muvuca deseja algo novo, mas isso será resolvido no próximo encontro.


A expectativa do jornalista é de mudanças e, a indignação será nas urnas no mês de outubro deste ano.  O que levou Marcondes a lançar sua candidatura ao governo do estado foi o apelo da população. “Tenho convicção de ir para o 2º turno, já sei o que eu quero, projetos de mudanças tenho desenhado.” disse Muvuca.

Atrasos nas obras em Cuiabá são destaque no The New York Times

Um dos maiores jornais do mundo também deu destaques às atrasadas obras de Cuiabá. Foto: Reprodução/Internet
Cuiabá foi novamente destaque internacional, desta vez no jornal ‘The New York Times’, um dos mais conceituados nos Estados Unidos. A matéria, publicada na última segunda-feira (26), traz um panorama sobre como estão as obras da capital mato-grossense para a Copa do Mundo e duras críticas aos atrasos.

A reportagem começa comparando o público do campeonato estadual de Cuiabá com a Expoagro: “Quatro dias de rodeio aqui traz aproximadamente 80 mil pessoas, quase o dobro do que a liga estadual de futebol do Estado atraiu durante o ano passado”. O repórter Seth Kugel ainda lembra que nenhum time local conseguiu chegar à primeira divisão desde 1980.

Segundo o jornal, este foi um dos motivos da surpresa com a escolha de Cuiabá como cidade-sede do Mundial de 2014, que resolveu construir um novo estádio e investir $ 1,4 bilhões para modernizar a infraestrutura antiquada da qual tinha. “Nós somos os líderes mundiais em Agronegócio. Nós precisamos levantar a nossa capital para coincidir com a influência do nosso estado”, disse o secretário extraordinário da Copa do Mundo, Maurício Guimarães.

Ainda é dito que os turistas devem esquecer como se diz “Bom dia” e “Obrigado” em português e começar a aprender palavras como “Desvio” e “Em Obras”. Isso porque a cidade é retratada como um verdadeiro canteiro de obras. O governo do Estado já anunciou que muitas das obras de mobilidade urbana não ficarão prontas em sua totalidade até o início do evento.

“É uma vergonha a cidade aparecer desta maneira para os turistas. Eles deveriam ter investido apenas no estádio, aeroporto e principais avenidas. Mas o plano era muito extenso. A cidade vai se sair bem, mas quando? Pode ser daqui a um, dois, cinco ou 11 anos”, disse ao jornal Hélio Pimentel, músico e escritor que vive em Cuiabá.

A publicação afirma também que a capital mato-grossense é pouco conhecida mesmo dentro do país, este é outro dos fatos que causou a surpresa na escolha do município para sediar jogos do torneio. “Até Manaus, muitas vezes caricaturado como sendo uma selva pela imprensa mundial, tem 1,8 milhões de habitantes e voos diretos para Miami e décadas de experiências com pessoas que vão até a cidade por conta da floresta amazônica”.

A Expoagro é tida como um dos sucessos na cidade, por levar um grande público (cerca de 300 mil pessoas) durante a sua realização. O jornal ainda lembra da relação de amizade entre o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-governador e hoje senador Blairo Maggi (PR) que pode ter facilitado a escolha de Cuiabá como sede.

O secretário da Secopa lamentou o declínio do futebol, mas acredita que a Copa ajudará o futebol voltar a crescer no Estado: “Nós temos uma grande tradição no futebol. Mas em 20 anos ele tem estado em declínio. Estou confiante que o Mundial de 2014 foi apenas o pontapé necessário para trazê-lo de volta”.

Funcionários que trabalham nas obras da Copa reclamaram do curto espaço de tempo para construir diversas obras. O Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) ganhou destaque na publicação que trouxe uma declaração do promotor do Ministério Público, Clóvis de Almeida Júnior: “Não houve nenhum estudo técnico ou de viabilidade. Não havia outro resultado possível, além do caos”.

Vários outros projetos prometidos para a Copa do Mundo e que não serão entregues foram elencados na matéria, porém, Maurício Guimarães voltou a ressaltar o discurso de que o essencial para a realização do torneio será entregue. Já o prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), afirmou que: “Um lugar onde as obras públicas estão em andamento é um lugar que está sendo transformado”. Confira a matéria (em inglês) clicando AQUI.

*trechos com tradução livre


Fontes: Olhar Direto e New York Times

terça-feira, 27 de maio de 2014

Assista: Em sátira, Hitler ‘esculhamba’ Silval, Riva e Éder Moraes

Eduardo Cardoso 





A página do Facebook Cuiabá da Depressão deu mais um show de criatividade e humor ácido. José Riva, Silval Barbosa e Éder Moraes são algumas das personalidades que recebem duras críticas, em mais uma versão ‘re-legendada’ do filme A Queda -  As Últimas Horas de Hitler. A famosa cena do filme de 2004 já rendeu várias readaptações na internet, mas essa é de longe uma das melhores.

A obra original relata os últimos dez dias de vida de Hitler, na versão do Cuiabá da Depressão, o ditador alemão critica, vorazmente, a incapacidade do governo em realizar as obras de mobilidade urbana, em Cuiabá. Sobra até para o secretário extraordinário da SECOPA, Maurício Guimarães, com a sua inesquecível frase: “Turista quer festa, não viaduto”.


Depois de muita bronca, em alemão, fielmente traduzida, Hitler decide assistir os jogos em casa, ao invés de ir à Arena Pantanal.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Vergonha nacional: Fantástico mostra as mazelas do Pronto Socorro de Cuiabá

Médico denúncia que horário dos óbitos são alterados. Foto: Reprodução/TV Globo
Um médico do Pronto Socorro de Cuiabá denunciou, no programa Fantástico, da Rede Globo, deste domingo (25), que pacientes morrem na UTI por falta de tratamento adequado.

Segundo o programa, o médico, que preferiu não se identificar, faz uma revelação assustadora: a UTI do maior hospital de Cuiabá chega a funcionar sem médicos.
“São vários plantões em que não há medico na UTI. É como estar num avião sem piloto”, disse.

"Não foram nem um nem dois casos de pacientes que poderiam ter saídos vivos das UTIs do pronto-socorro e não saíram. Saíram mortos. Porque eles não tiveram o cuidado adequado. Isso acontece frequentemente".

O Fantástico relatou que a Prefeitura de Cuiabá negou a acusação. "Mas o repórter Eduardo Faustini teve acesso a oito comunicados internos, dos últimos três meses, avisando a direção do hospital sobre períodos em que a UTI ficou sem médico algum."
“Não foram nem um nem dois casos de pacientes que poderiam ter saídos vivos das UTIs do pronto-socorro e não saíram. Saíram mortos. Porque eles não tiveram o cuidado adequado. Isso acontece frequentemente”, afirmou o médico ao Fantástico.

Em rede nacional, ele disse que "recebe orientações do hospital para mentir sobre a hora da morte do paciente".

“A família vai chegar na hora da visita, o senhor diz que morreu um pouquinho mais tarde pra família não desconfiar que morreu num plantão sem médico. Eu não mudo o horário do óbito porque isso ultrapassaria a minha capacidade de ser conivente com essa situação dentro do pronto-socorro”, confessou o médico.

ASSISTA A REPORTAGEM COMPLETA DO FANTÁSTICO AQUI

Liminares
As denúncias foram apresentadas em horário nobre, da
Rede Globo. Foto: Reprodução/Fantástico

O programa relatou o drama da Dona Alaíde, de 62 anos. "Ela tinha no cérebro dois aneurismas - que é quando um vaso sanguíneo incha muito. Ele pode estourar e provocar uma hemorragia. Um deles já tinha se rompido e ela quase não conseguia falar."

O repórter Eduardo Faustini acompanhou a luta de Dona Alaíde em busca de tratamento.
"O caso é muito grave. No relatório médico, do dia 22 de abril, o médico alerta para o risco de morte. Duas semanas depois, repete o aviso, desta vez em letras garrafais. Dona Alaíde pode morrer. A esperança é uma cirurgia."

A filha conseguiu na Justiça uma decisão liminar que obriga o hospital a realizar o tratamento.

“Entramos com a liminar, no centro de regulação já foi liberado, mas no Hospital Geral, o Estado não está pagando, então é uma situação muito difícil”, disse a filha Elaine.

Esta é uma situação comum em Cuiabá e em vários outros pontos do Brasil. Muitos pacientes só conseguem tratamentos por força de liminares, mas nem todos. Mesmo com uma decisão judicial na mão, essa mulher não conseguiu uma cirurgia para a mãe, que está com uma veia entupida na perna.

Paciente consegue liminar, mas hospital não faz cirurgia

"Lembra de Dona Alaíde, que mostramos no início desta reportagem? Ela tinha conseguido uma liminar para ser operada, mas o hospital não fez a cirurgia. Na última quarta-feira, o outro aneurisma que tinha no cérebro se rompeu. E ela morreu no dia seguinte. No velório, a tristeza da filha, que lutou durante 40 dias para salvar a vida da mãe".


"Em nota, a Secretaria de Saúde de Cuiabá diz que a paciente fez o exame de angiografia exigido pela Justiça. Quanto à operação, também exigida pela Justiça, a secretaria diz que ela já estava agendada, mas que, antes disso, infelizmente, Dona Alaíde veio a falecer. A secretaria não informa, no entanto, quando Dona Alaíde seria operada".

Fontes: Globo.com/Fantástico/Mídia News

domingo, 25 de maio de 2014

Deu na Veja: Copa em Cuiabá será na base do improviso

Leito em fase de terraplanagem na trincheira Jurumirim que já deveria dar acesso a Avenida Miguel Situl, em Cuiabá. Foto: Felipe Frazão/Veja.com


Numa entrevista à agência Reuters que rodou o mundo desde a noite de sexta-feira, o ex-jogador Ronaldo, que tem assento no Comitê Organizador Local da Copa, soltou o verbo sobre o atraso nas obras de preparação do Brasil. “Eu me sinto envergonhado”, disse ele. Foi uma declaração contundente, vinda de uma figura pública brasileira diretamente envolvida no torneio, e o governo tentou reagir. No sábado, a presidente Dilma Rousseff e o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, se pronunciaram. “Não temos do que nos envergonhar”, disse a presidente, ao passo que ministro – surpresa! – lançou mão de uma metáfora futebolística e acusou o ex-atacante de desferir “um chute contra o próprio gol”. Mas a verdade, infelizmente, é que o Brasil tem, sim, motivos para se envergonhar. E esses motivos estão expostos na terra revirada e nas ruas obstruídas de Cuiabá (MT), cidade que, a vinte dias do início do mundial de futebol, sintetiza todos os erros de organização em que o país se enredou.

Quando Cuiabá foi escolhida, em 2009, uma das doze sedes da Copa, os mato-grossenses ficaram esperançosos de deixar no passado a palavra atraso. Com infraestrutura urbana precária, a capital do Estado prometia uma revolução. Porém, uma visita à cidade revela que a palavra atraso, além de ser pronunciada em todas as esquinas, agora vem acompanhada de termos como desvio e improviso. As principais obras de mobilidade urbana não ficaram – e nem ficarão – prontas a tempo. O deslocamento na cidade é caótico: dezenas de placas de trânsito indicam caminhos interditados por causa de canteiros de obras, que acumulam entulho e barro. Com tráfego pesado, as ruas alternativas foram esburacadas. Principal responsável pelo iminente vexame que o Brasil transmitirá aos estrangeiros que chegarão ao país nas próximas semanas, o governo de Mato Grosso admite o despreparo para executar as obras prometidas e tenta garantir o mínimo. "Se eu não trouxer o turista, o torcedor, a família Fifa e os jogadores do aeroporto ao hotel sem passar por aqueles desvios e lugares terríveis eu matei a minha cidade e a minha copa", disse ao site de VEJA o responsável pela Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo, Maurício Guimarães.


A capital mato-grossense tornou-se exemplo de como não fazer: subestimou dificuldades previsíveis, como as desapropriações de imóveis, falta de mão de obra qualificada, má gestão e atrasos no repasse dos recursos federais e na conclusão dos projetos. “As condições financeiras apareceram e fomos audaciosos de abraçar tudo para não desperdiçar o que estava à disposição do poder público, como sede de Copa. Isso criou um grande volume de execução num tempo muito curto. Foi obra demais, excesso de trabalho. O Estado não estava preparado”, admite Maurício Guimarães. Parte da responsabilidade pela desorganização pode ser atribuída à escolha das sedes: a Fifa sugeriu de oito a dez, mas o Brasil queria ampliar para dezessete; terminou com doze. A pulverização fez o país erguer estádios milionários que dificilmente terão utilidade no futuro – Mato Grosso, por exemplo, não tem nenhum time na elite do futebol, tampouco um campeonato estadual atraente.

Na ponte sobre o Rio Cuiabá as obras do VLT também estão atrasadas.
Foto: ASCOM/TCE
Os primeiros visitantes desembarcarão num empoeirado cenário de “praça de guerra”, conforme definiu na semana passada o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Augusto Nardes. Apesar de não haver nenhuma batalha em Cuiabá, os atrasos mais visíveis ficam em “trincheiras” – mergulhões para carros em cruzamentos da Avenida Miguel Sutil, que corta a cidade com pistas mal pavimentadas e conversões improvisadas. As duas maiores "trincheiras", Jurumirim e Santa Rosa, ficarão pela metade, somente com pistas laterais e rotatórias abertas à passagem de carros depois de asfaltadas às pressas. Na da Santa Rosa, ainda vaza água em solo com terra e pedras aparentes em frente ao hotel onde a comitiva da Fifa se hospedará.

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) e o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) questionaram em vistorias o acabamento das obras. Relatórios dos dois órgãos apontaram uma série de falhas visíveis nas construções: ausência de sinalização, infiltrações, drenagem inadequada, rachaduras e paredes tortas (fora de prumo). A pista de saída do recém-inaugurado Viaduto do Despraiado, por exemplo, corre o risco de ser invadida por terra se chover forte por causa do deslizamento de um barranco ao lado. “Em novembro do ano passado já apontávamos que as obras não estariam prontas se continuassem no ritmo em que se encontravam”, disse o conselheiro do CREA-MT André Schuring. "Por causa da qualidade terrível, começava a ficar claro que o tal legado da Copa também é uma obra de ficção." Ele observa a necessidade de inspeções técnicas para identificar quanto pode custar ao município o eventual reparo dos erros.

Reclamar das obras não é exclusividade da turma "do contra". Até ex-gestores do governo Silval Barbosa (PMDB) se constrangeram com a preparação. "Eu fico com vergonha em receber as pessoas com a bagunça que fizeram em Cuiabá. Está tudo arrebentado", disse à reportagem, sob anonimato, um ex-secretário do Estado.

Não faltou dinheiro. Só as obras da Copa em Cuiabá custaram aos cofres públicos pelo menos 2,3 bilhões de reais, de acordo com levantamento da ONG Contas Abertas. Porém, o governo só executou pouco mais de metade do orçamento: 1,2 bilhão de reais. Maior e mais caro projeto, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) consumiu mais de 1,5 bilhão de reais e só deve entrar em operação em 2015. Os operários abandonaram boa parte dos canteiros ao longo dos 22 quilômetros do modal, na estratégia do governo estadual de priorizar as construções com chance de conclusão, ainda que parcial. De todas as obras previstas na matriz de responsabilidades, Cuiabá deve entregar apenas o estádio e o corredor viário Mário Andreazza – duplicação da rodovia e da ponte de acesso entre aeroporto e o centro da capital. O Arena Pantanal, um estádio moderno de 570 milhões de reais, já está sob administração da Fifa – mas ainda falta concluir o cabeamento e instalar estruturas de apoio temporárias, cabines de transmissão, tendas e grades.

Chegada – O secretário Maurício Guimarães diz que "todas as obras lhe preocupam", mas vai priorizar a liberação da saída do aeroporto de Cuiabá, trecho que ele considera "o principal gargalo". Passageiros elegeram o Marechal Rondon o pior aeroporto entre os quinze que servirão aos turistas na Copa – são doze sedes, mas São Paulo tem três aeroportos, e o Rio, dois. Cuiabá ficou na última posição em quatro das cinco pesquisas de satisfação da Secretaria da Aviação Civil da Presidência. A estrutura é acanhada: banheiros apertados e faltam calçadas livres na entrada do terminal de embarque, ainda em obras de ampliação.

A cidade virou um canteiro de obras em atraso. Foto: Felipe
 Frazão/Veja.com
Sair do aeroporto será tarefa desgastante. As interdições de trânsito têm causado engarrafamentos intensos na cidade: a frota da capital e da cidade vizinha Várzea Grande, onde fica o Marechal Rondon, soma 224 000 carros e 104 000 motos, para uma população conjunta de 833 000 habitantes. E há um agravante: o déficit de táxis. Sem contar os turistas, a média é de mais de 1 000 habitantes por taxista nos dois municípios. Em São Paulo, a proporção é mais branda: cada táxi serve a 360 moradores. "Acho que os turistas vão ficar muito arrependidos e se perguntar o que vieram fazer aqui", disse o taxista em Várzea Grande Pedro Paulo Ventura, de 29 anos.

Estada – Outro problema estrutural de Cuiabá é a rede hoteleira. Na primeira fase do Mundial, o governo estima que a cidade receberá entre 40.000 e 50.000 estrangeiros, vindos principalmente da Colômbia, Austrália e Chile. A secretaria de Turismo da prefeitura de Cuiabá ficou responsável por buscar alternativas de acomodação aos turistas para suprir a demanda nas partidas de pico. Em um raio de 200 quilômetros da capital, existem apenas 23 000 leitos hoteleiros – e o déficit é de 12 000 vagas, segundo o secretário Marcus Fabrício. A prefeitura incentivou que cuiabanos alugassem quartos em suas casas no esquema cama e café (bed and breakfest, em inglês) ou locassem os imóveis por temporada. Nos últimos dias, Fabrício visitou terrenos próximos ao estádio que podem servir de camping para mochileiros, principalmente chilenos, que pretendem viajar ao Brasil de carro, ônibus ou em motor-homes. O secretário também solicitou a motéis da cidade o bloqueio de cerca de 500 quartos frequentados por casais na madrugada, anote-se, com decoração adaptada: "Só precisa retirar o espelho do teto e a cama redonda, resolver essas questões". Ele não considera que hospedagem cause estranheza aos hóspedes estrangeiros: "Nos Estados Unidos é comum dormir em motel, o conceito é diferente." Mas os preços (além das camas redondas que sobreviverem à "adaptação") certamente devem espantar: no motel Segredos, a suíte dupla sairá por 1.200 reais, com hidromassagem e piscina, e as simples por 600 reais. A opção derradeira é típica de encontros universitários: alojamentos gratuitos com colchonetes em salas de aula de escolas estaduais ou igrejas.

O diretor de hotéis do Sindicato Intermunicipal dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Mato Grosso, Luiz Verdun, explica que a rede hoteleira de Cuiabá cresceu pouco desde que a cidade foi eleita como sede do mundial: havia cerca de 12 000 quartos e agora existem mais de 13 000 unidades. Segundo ele, a capital do Estado não possui demanda que sustente o mercado ao longo do ano. Verdun prevê uma "guerra de tarifas" no período pós-Copa: "O investimento é pesado, rede hoteleira não é barraca de camping que se desmonta após a festa. Muita gente vai quebrar ou terá de transformar os prédios em salas comerciais". O representante do setor também relata que os hotéis não conseguiram vender pacotes de estada com visitação às principais atrações turísticas e que sobram vagas para os dias das partidas Rússia x Coréia do Sul e Bósnia Herzegovina x Nigéria. "O turista reservou apenas um ou dois dias, só para ver o jogo e ir embora", afirma. "A Copa existe em Cuiabá em função da ecologia. Mas não fizeram absolutamente nada no Pantanal e as estradas até lá são péssimas e perigosas. A Chapada dos Guimarães bloqueou pontos de visitação muito populares."

Infográfico do improviso: A edição impressa da revista traz a dura realidade das obras atrasadas, em Cuiabá.
Foto: Reprodução/Veja.com

Desde o início do ano, os mato-grossenses de Cuiabá e Várzea Grande convivem com crimes em elevação. Nos quatro primeiros meses, os homicídios aumentaram 45% e os roubos 41% nas duas maiores cidades do Estado, ante o mesmo período do ano passado. Até abril, as cidades somaram 158 assassinatos enquanto em 2013 houve 109 homicídios. Os roubos chegaram à marca de 2851 ante 2021 no ano mesmo período do ano anterior. A cidade terá reforço de tropas federais, mas Secretaria da Segurança Pública faz sigilo sobre a quantidade: “Em momento algum turistas estrangeiros ou nacionais irão correr riscos em solo mato-grossense”.

Se depois de tantos percalços em dias quentes com temperaturas acima dos 30 graus, os turistas saírem de Cuiabá com uma boa impressão do Brasil, deve ser por causa da simpatia dos cuiabanos e da boa mesa que a região oferece. Essa também é a esperança do governo estadual. Apesar de descrentes, os mato-grossenses ainda têm expectativa de que a cidade melhore. "É um transtorno que estamos passando, mas no futuro será benéfico para a população", disse o corretor de imóveis Clayton Gomes, de 33 anos, morador de Colíder (MT) a 630 quilômetros de Cuiabá.

Fonte: Revista Veja

terça-feira, 20 de maio de 2014

Parte dos motoristas de ônibus volta a trabalhar na Grande Cuiabá

Greve prejudicou mais de 300 mil usuários de Cuiabá e Várzea Grande.
Foto: O Documento
Uma parte dos motoristas de ônibus coletivo de Cuiabá e Várzea Grande, voltou a circular no início da tarde desta terça-feira (20) nas principais ruas e avenidas das duas cidades. De acordo com a assessoria do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores do Transporte Coletivo (Stett/CR), 70% dos trabalhadores já retiraram os ônibus das garagens das empresas e estão nas ruas. O sindicato afirma que não houve imprevistos ou problemas ocasionados por conta da greve.

Logo no início do horário de circulação do transporte coletivo os moradores da GrandeCuiabá enfrentaram dificuldades, já que nenhum ônibus circulou pela manhã, pelo menos até o meio-dia. A situação foi contra a decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região, que havia determinado que 70% dos trabalhadores trabalhassem durante o período da paralisação. Porém, o sindicato alega que não foi notificado até o período da noite.

Greve
Os trabalhadores reivindicam reajuste salarial de 7,5%, vale-alimentação de R$ 400 por mês, bonificação para motoristas que atuam sem cobradores dentro dos veículos de R$ 250, protetor solar para trabalhadores que atuam expostos ao sol e bonificação por carga horária de cursos de qualificação ligados à atividade no transporte coletivo.

O sindicato das empresas do transporte coletivo urbano (STU) explicou que não pode conceder mais de 4,63% de aumento salarial - conforme resolução do Conselho Municipal de Transporte - e alegou que vem negociando com os trabalhadores do transporte coletivo desde 25 de abril “dentro de critérios que não gerem custos que possam onerar significativamente o preço da tarifa e nem penalizar o usuário do sistema de transporte coletivo urbano de Cuiabá”.

Fonte: G1/MT


domingo, 18 de maio de 2014

Atlético Mineiro vence o Santos de virada na Arena Pantanal

 Bruno Henriques


O time mineiro venceu de virada. Foto: Mayke Toscano
Depois de um primeiro tempo equilibrado, em que o Santos esteve em vantagem no placar, o Atlético-MG voltou melhor para o segundo tempo, pressionou e venceu, de virada, por 2 a 1, na noite deste domingo, com dois gols do ex-santista, André. O jogo foi disputado na Arena Pantanal, que recebeu seu último teste antes de ficar à disposição da FIFA para a Copa do Mundo. Nos momentos finais da partida, em um dos estádios do Mundial, um torcedor santista invadiu o gramado e foi retirado por seguranças.

Em destaque, ficou o setor Oeste superior da arquibancada da nova arena, que, ainda estava inacabada, faltando terminar de colocar os assentos.

A partida marcou o início da verdadeira maratona para as duas equipes, que não mais atuarão em suas 'casas verdadeiras' antes da Copa do Mundo. O Santos vai ficar distante da Vila Belmiro e o Atlético-MG do estádio Independência. A equipe santista, que saiu à frente no placar, não resistiu à pressão atleticana na etapa final. O time de Oswaldo de Oliveira, que saltaria quatro posições na tabela de classificação, em caso de vitória, acabou perdendo uma colocação, mantendo-se com seis pontos, sendo ultrapassado pelo Atlético, que foi a sete pontos, e agora  ocupa a 11ª posição. 

Torcedor

O jogo foi tão esperado para muitos torcedores no estádio. É o caso de João Gabriel, de 13 anos, que passou a noite em claro na expectativa da partida. “Não consegui dormir direito, a ansiedade é grande”, disse o pequeno torcedor do Atlético MG.

João Gabriel mora no Jardim Imperial em Várzea Grande, realizou o sonho de ver seu time de coração em campo. Foto: Bruno Henriques
Pouco mais de 18 mil torcedores estiveram reunidos na Arena, acompanhando o confronto das duas equipes . No entorno do estádio o clima estava tranqüilo, com bastante policiamento e segurança. Mais uma vez não houve nenhum indício de confusão ou algo parecido.


Curiosamente, no setor da torcida do Atlético Mineiro, tinham bastante torcedores do Palmeiras (SP), Vasco da Gama (RJ) e Paysandu do Pará. Segundo eles, existe uma aliança de amizade entre as torcidas. “Viemos apoiar o time do atlético, e claro 'secar' o nosso rival paulista, que é o Santos”, disse o torcedor palmeirense, Valdir Brito.
 
Torcedores aliados dos atleticanos. Foto: Bruno Henriques


O próximo jogo do Atlético Mineiro pelo campeonato brasileiro será contra o Vitória, na próxima quinta-feira (22), no estádio Barradão, em Salvador. Já o Santos, enfrenta o Goiás, no estádio Serra Dourada, em Goiânia na quinta-feira.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Luverdense fecha patrocínio com a Sadia para a temporada 2014

Jefferson Oliveira

O novo patrocinador do LEC é uma das maiores exportadores de aves do mundo. Foto: ASCOM/Luverdense
O Luverdense Esporte Clube apresentou na manhã desta sexta-feira (16), em Lucas do Rio Verde, o seu mais novo patrocinador para a temporada 2014. A Sadia, empresa do setor alimentício irá estampar a sua marca na camisa alviverde durante a participação do clube na série B do campeonato brasileiro. A parceria tem como objetivo fortalecer o futebol de Mato Grosso.

Com 10 anos de existência, o LEC como é conhecido, já conquistou seis títulos no Estado além do acesso à série B do campeonato brasileiro no ano passado. Nascido em Lucas do Rio Verde, umas das principais cidades do agronegócio de Mato Grosso, a  organização e os bons resultados do clube contribuíram para a parceria com a multinacional. “Estamos trabalhando e fomentando o crescimento do esporte em todo o Estado de Mato Grosso. Acreditamos que novas parcerias nos auxiliarão a alcançar vôos mais altos, somando com o desenvolvimento dentro do esporte e o progresso da cidade de Lucas do Rio Verde”, comentou o presidente do clube, Helmute Lawisch, sobre o novo patrocinador.

A BRF, detentora das marcas Sadia, Perdigão, Batavo e Elegê, é uma das maiores exportadoras mundiais de aves, também líder entre as principais captadoras de leite e processadora de lácteos do Brasil. A unidade da BRF em Lucas do Rio Verde é uma das mais importantes operações da empresa no país. O gerente regional da BRF na cidade, Lauro Tabachuk, explicou a decisão de investir no clube. “Essa ascensão meteórica despertou o interesse da Sadia, que passa a patrocinar a equipe, visto o potencial de desenvolvimento e crescimento do time”, disse o gerente.

Após a conquista de uma vaga na Série B do Brasileiro, não só a diretoria alviverde, como também a cidade de Lucas do Rio Verde abriu os olhos para a necessidade de melhorar e ampliar a estrutura do clube. Um dos investimentos será na categoria de base, que já trabalha em parceria com a Prefeitura Municipal com jogadores nas categorias de sub-11 a sub-19. Todo o projeto será ampliado contemplando também avaliações por todo o estado de Mato Grosso.

A parceria com a Sadia irá beneficiar cerca de 800 crianças que treinam na escola de base localizada no conjunto habitacional mantida pela BRF. “Os alunos, em sua grande maioria, são filhos dos próprios funcionários da BRF”, concluiu Lauro.

Além da Sadia, o clube ainda conta com o patrocínio de outras cinco empresas Sicredi, Martinello, Fiagril e Idaza. Além da Umbro, empresa que já fornece o material esportivo do alviverde mato-grossense.


A camisa com o novo patrocinador será usada já neste sábado, 17, quando o time enfrentará o Bragantino (SP), às 21h no Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde. A partida é válida pela quinta rodada do campeonato brasileiro da série B. Atualmente, o  LEC ocupa a sétima posição no campeonato com seis pontos.

Alerta de 'água com fezes" no centro de Cuiabá foi traduzido para 4 idiomas

Eduardo Cardoso 
A água do esgoto toma conta do centro da cidade.Foto: Anelize Giroldo Moreno

Para amenizar o descaso, só a ironia e o bom humor. Cansados do mau cheiro e da água do esgoto que invade a Rua Joaquim Murtinho com a Travessa João Dias, no Centro de Cuiabá, comerciantes colocaram uma placa dedicada aos moradores e turistas. Em quatro idiomas distintos, a placa informa a situação: "Cuidado, água com fezes".

No começo deste mês, situação semelhante foi registrada na rua Barão de Melgaço, um das principais de Cuiabá. Na ocasião, moradores improvisaram com papelão uma placa que informava outro vazamento de esgoto. Criativo, o autor escreveu o alerta em dois idiomas: Português e Inglês.

A medida serve também para alertar os turistas de outros países que virão a Cuiabá  acompanhar as quatro partidas previstas para a Arena Pantanal.